Diárias na Páscoa até 59% menores que no Carnaval
Com valores até 59% menores que no Carnaval, o aluguel de imóvel em cidades do litoral de São Paulo para o feriado prolongado da Semana Santa, entre 2 e 4 de abril, tem opções que vão de R$ 150,00 a R$ 680,00 por dia de ocupação. Além de ser uma escolha mais barata que hotel, a locação de casas e apartamentos permite ainda acomodar mais pessoas no mesmo espaço e reduzir custos com alimentação.
Pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) com 42 imobiliárias de 11 cidades litorâneas mostra que houve redução generalizada dos valores diários de locação e que o menor valor médio encontrado, de R$ 150,00, foi o de casas do tipo quarto/cozinha no litoral Sul, onde estão Praia Grande e Mongaguá. O maior valor, R$ 680,00 a diária, refere-se a casas de 4 dormitórios em cidades como Ubatuba e São Sebastião, no Litoral Norte
Com valores até 59% menores que no Carnaval, o aluguel de imóvel em cidades do litoral de São Paulo para o feriado prolongado da Semana Santa, entre 2 e 4 de abril, tem opções que vão de R$ 150,00 a R$ 680,00 por dia de ocupação. Além de ser uma escolha mais barata que hotel, a locação de casas e apartamentos permite ainda acomodar mais pessoas no mesmo espaço e reduzir custos com alimentação.
Pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) com 42 imobiliárias de 11 cidades litorâneas mostra que houve redução generalizada dos valores diários de locação e que o menor valor médio encontrado, de R$ 150,00, foi o de casas do tipo quarto/cozinha no litoral Sul, onde estão Praia Grande e Mongaguá. O maior valor, R$ 680,00 a diária, refere-se a casas de 4 dormitórios em cidades como Ubatuba e São Sebastião, no Litoral Norte
À exceção dos apartamentos de 1 dormitório, as cidades do Litoral Sul são as que têm as diárias mais baratas para o feriado prolongado, que vai da Sexta-feira Santa, 2, ao domingo de Páscoa, 4 de abril. Casas de 2 dormitórios estão sendo ofertadas por R$ 325,00 no Litoral Sul, por R$ 371,00 no Litoral Central (Santos, Guarujá) e por R$ 340,00 no Litoral Norte. Casas maiores, de 3 e 4 dormitórios, saem por R$ 400,00 e R$ 450,00 respectivamente no Litoral Sul; saltam para R$ 450,00 e R$ 500,00 no Litoral Central; e pulam para R$ 474,00 e R$ 680,00 no Litoral Norte.
A pesquisa apurou que o número de pessoas permitidas por apartamento e/ou casa varia de acordo com o tipo, tamanho e disposição dos proprietários. Em média, aceitam entre 2 e até 8 pessoas em unidades do tipo quitinete e entre 8 e 15 nos imóveis de 4 dormitórios.
O levantamento foi feita com 42 imobiliárias nas cidades de Bertioga, Caraguatatuba, Guarujá, Ilhabela, Itanhaém, Mongaguá, Praia Grande, Santos, São Sebastião, São Vicente e Ubatuba
Fonte: Revista Zap
Aluguel com vencimento em março será reajustado em 0,24%
Os contratos de locação com aniversário em março e aumento atrelado à variação do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), terão seus valores reajustados em 0,24%.
Trata-se do primeiro mês com reajuste anual positivo, depois de sete meses de deflação. O último reajuste positivo, de 1,52%, ocorreu para os contratos com aniversário em julho de 2009.
Com a correção, um inquilino que pagava aluguel residencial de R$ 1.000,00 entre março de 2009 e fevereiro de 2010 passará a desembolsar, a partir de março – e pelos próximos 12 meses – R$ 1.002,40 mensais.
Uma forma simples e objetiva de realizar o cálculo é a utilização de fator que, multiplicado direto sobre o valor vigente até fevereiro, indicará o aluguel reajustado. Esse fator será de 1,0024. Se o aluguel antes do reajuste era de R$ 700,00, o novo valor será, portanto, de R$ 701,68.
Fonte: Portal Secovi
Planejamento do consumidor influenciou vendas de materiais de construção
Na hora de reformar ou construir a casa, o consumidor planeja os gastos e não compra nada por impulso. “Ele esperar ter dinheiro em caixa para comprar os materiais”, afirma Carlos Henrique de Almeida, economista da Serasa Experian.
Foi esse planejamento que fez com que o segmento de Materiais de Construção registrasse aumento de 3% nas vendas em fevereiro, na comparação com janeiro, e fosse a principal influência para a alta de 0,2% do Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio na mesma base comparativa.
De acordo com o economista, esse aumento do segmento é normal para essa época do ano. “Sempre há um bom desempenho”, diz. A segunda parcela do décimo terceiro salário foi uma das fontes que supriu o caixa dos consumidores para que a reforma fosse feita no início do ano.
Fonte: ClipImobiliário
Consórcio de imóveis passa dos 533 mil participantes em 2009
De acordo com os resultados registrados pelo Sistema de Consórcios, em 2009 o consórcio de imóveis ultrapassou o número de 533 mil participantes ativos. O montante é 3,4% maior do que o registrado em dezembro de 2008 (515,3 mil) e recorde desde o ano 2000.
Na opinião do presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), Paulo Roberto Rossi, o consórcio tem sido a alternativa de quem quer realizar o sonho da casa própria ou mesmo formar um patrimônio.
“O planejamento do brasileiro começa pela não necessidade de desembolso no valor da entrada. Segue pelo pagamento de parcelas mensais sem qualquer cobrança de taxa de juros e atinge seu principal objetivo, a casa própria ou até mesmo um imóvel maior ou para lazer na praia ou no campo, ou ainda um imóvel para uso profissional, além de uma reforma, com possibilidade de escolha do imóvel como se estivesse com dinheiro na mão. Nesse momento, o consorciado pode negociar e conseguir vantagens na compra à vista. Isso sem falar na formação do seu patrimônio pessoal ou familiar”, revela.
Fonte: InfoMoney
Venda de imóvel usado cai 7,2% em janeiro nos EUA
As vendas de imóveis residenciais usados caíram 7,2% nos Estados Unidos em janeiro, na comparação com dezembro, para uma taxa anual de 5,05 milhões, informou hoje a Associação Nacional dos Corretores de Imóveis (NAR, na sigla em inglês). Na comparação com janeiro do ano passado, as vendas de imóveis usados aumentaram 11,5%.
Esta semana, o governo já havia anunciado que as vendas de casas novas despencaram 11,2% no mês passado ante dezembro. O desempenho das vendas de imóveis usados registrado em dezembro ante novembro, por sua vez, foi revisado do recuo de 16,7% divulgado originalmente para um declínio de 16,2%, para a taxa de 5,44 milhões.
Já os estoques de casas usadas diminuíram 0,5% no fim do mês, para 3,27 milhões de unidades disponíveis. Isso representa uma oferta de 7,8 meses ao ritmo de vendas atual, ante 7,2 meses em dezembro. A mediana dos preços dos imóveis usados foi de US$ 164,7 mil em janeiro, o mesmo nível de janeiro do ano passado.
Fonte: G1
Incidentes com portões automáticos são comuns em prédios, dizem associações
Um dos incidentes mais comuns em condomínios é quando o portão automático, geralmente acionado por engano, se fecha sobre o veículo, segundo informações de associações do setor.
No último domingo (21), foi registrado um acidente bem mais grave envolvendo os portões automáticos: um menino de quatro anos morreu esmagado, em Brasília (DF), após tentar entrar depois de um carro na garagem. O portão bateu na criança, que caiu e acabou prensada.
De acordo com as associações, é raro ocorrerem mortes em razão de acidentes com portões automatizados. O que acontece frequentemente são veículos serem amassados ou riscados pelos portões.
Em qualquer caso, apontam os especialistas, é possível evitar acidentes instalando sensores que paralisam o fechamento ou abertura ao detectar qualquer tipo de presença. Para funcionar com eficácia, os sensores precisam ser instalados nos lugares corretos, destacam os profissionais da área ouvidos pelo G1.
Segundo o diretor de mercado imobiliário da corretora de seguros Vila Velha – especializada em seguros para condomínios -, William Alzani, os sinistros mais recorrentes nos prédios são os que envolvem os carros e os portões automáticos. Segundo ele, a maioria dos prédios tem cláusula que prevê pagamento de danos por incidentes com os portões.
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Fonte: LicitaMais
Setor imobiliário propõe ao governo Minha Casa, Minha Vida 2
Durante a divulgação do balanço do mercado imobiliário em 2009, o Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) afirmou estar reunindo sugestões para propor ao governo a continuidade do Minha Casa, Minha Vida. Para a entidade são necessários alguns ajustes no programa para que ele consiga beneficiar as famílias mais carentes e tornar-se mais ágil na aprovação do crédito.
“Vamos reunir as propostas na próxima reunião da Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que acontece essa semana em São Paulo, para apresentarmos até maio um plano concreto da segunda etapa do programa ao governo”, diz o presidente do sindicato, João Crestana.
Segundo o Crestana, embora essa primeira fase do Minha Casa, Minha Vida tenha alcançado as expectativas do mercado, ainda são necessários ajustes para melhorá-lo. Ele defende que o programa se torne uma política de Estado e não do governo Lula. Além disso, Crestana defende a desconcentração das aplicações dos recursos do fundo de garantia (FGTS) – hoje concentradas na Caixa Econômica Federal. O Secovi-SP espera que os bancos privados consigam de uma forma mais simplificada operar com os recursos do fundo na compra de imóveis.
“O programa é o primeiro passo de uma política habitacional que deve ser permanente, pelo menos até que acabe com essa quantidade de famílias (cerca de 8 milhões de pessoas) que moram precariamente”, diz Crestana.
Outro ponto que merece atenção, na opinião do Secovi-SP, é o treinamento de funcionários nas instituições financeiras. Segundo o economista-chefe do sindicato, Celso Petrucci, ainda é difícil encontrar dentro de uma agência bancária pessoas que entendam de crédito imobiliário. “Como esse crescimento do crédito no Brasil deve perdurar por muitos anos, reforçamos que os agentes financeiros devem investir no treinamento de pessoal,” diz o economista.
Crestana propõem ainda a alteração do valor limite do imóvel financiado em São Paulo. As incorporadoras afirmam que sentem dificuldade em construir imóveis de baixo valor em São Paulo, porque os terrenos têm custos mais altos em São Paulo do que na maioria dos municípios de outras regiões. No Estado, apenas 26% da meta de construção de imóveis para a população com renda entre zero e três salários mínimos foi contratada, ante 42% na média nacional.
Fonte: ClipImobiliário
Imóvel de dois quartos é a bola da vez do mercado
Os lançamentos de imóveis de dois dormitórios cresceram 26,5% no ano passado em comparação com 2008, segundo balanço divulgado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) nesta terça-feira (23). As vendas deste tipo de residência também registraram crescimento de 21,2% em relação a 2008.
De acordo com a entidade, as moradias com dois quartos são “a bola da vez” e o mercado imobiliário nunca vai conseguir suprir a demanda. De olho nisso, as grandes empresas criaram departamentos específicos para ampliar as vendas, levando em conta faixas de preços que variam conforme a metragem e a região, segundo o economista-chefe do Secovi-SP (Sindicado da Habitação), Celso Petrucci.
- As residências de dois dormitórios atendem a uma classe emergente, é uma demanda muito grande. Nunca a demanda [de imóveis] de dois dormitórios será suprida na cidade de São Paulo por causa dos casamentos, descasamentos, entrada de novos profissionais no mercado de trabalho, entre outros fatores.
Os dados do Secovi apontam que as casas ou apartamentos de dois quartos correspoderam a 43% dos lançamentos do mercado no ano passado, contra 6% dos imóveis de um quarto, 35% das moradias de três quartos e 16% das residências com quatro ou mais quartos. As vendas do mesmo tipo de imóvel também dominam o mercado imobiliário: 40% das unidades comercializadas em 2009 tinham dois dormitórios.
Fonte: R7
Venda de imóveis novos cresce 9% em 2009
O volume de vendas apresentou uma expansão de 9,1% em relação a 2008. Segundo as informações divulgadas nesta terça-feira pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), o total de comercialização em 2009 atingiu 35.832 unidades e superou a expectativa inicial de encerrar o ano com 33 mil unidades vendidas.
“Apenas em novembro e dezembro foram escoadas 8.274 moradias. Quase um quarto do montante vendido no ano”, diz Celso Petrucci, economista-chefe do sindicato.
LANÇAMENTOS – Já o volume de lançamentos imobiliários registrou uma queda de 12,7% em relação a 2008. De acordo com o Secovi-SP, recuo é resultado da crise econômica, que atingiu o setor no início do ano passado.
No final do ano, o mercado imobiliário até sinalizou uma recuperação. Segundo o levantamento da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), dos 30.128 imóveis lançados, novembro e dezembro comercializaram juntos 9.753 unidades, mas o volume não foi suficiente para ultrapassar o balanço do anterior, que chegou a 34.475.
2010 – Para 2010, a expectativa do setor é alcançar 37 mil unidades vendidas e 33 mil lançadas. Se confirmado esse resultado, o mercado imobiliário terá um crescimento de 10% no volume de lançamentos e de 5% no de vendas.
A expansão do setor será puxada pelo aumento do volume de crédito imobiliário. A expectativa é que o volume de financiamento habitacional com recursos da poupança alcance R$ 45 bilhões em 2010, ante R$ 34 bilhões no ano passado.
Além disso, os recursos no programa Minha Casa, Minha Vida também deve impulsionar o setor. Em 2009, foram financiadas 275 mil unidades pelo programa, que tem como meta construir 1 milhão de moradias para a população de baixa renda. Com isso, o total de recursos destinados para o setor será de R$ 78 bilhões.
Fonte: Zap
Condomínios sem Cipa
Um levantamento entre condomínios da Zona Sul da cidade revelou que 60% deles não mantêm uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), como manda a lei. O estudo, realizado pelo Centro de Prevenção Rio (CPR), empresa especializada em segurança do trabalho, mostra que muitos moradores e empregados correm riscos em razão dos síndicos não seguirem as normas do Ministério do Trabalho. Se houver menos de 50 empregados, basta que um deles faça o curso, mas caso o número passe de 50, uma comissão de prevenção de acidentes é necessária.
Fonte: Jornal do Brasil